Como produzir um livro de RPG?

Saudações amigos RPGistas! Essa semana vou tentar colaborar com uma coisa bem mais técnica, porém muito ligada ao nosso hobby: Como faço para produzir um livro de RPG? Essa pergunta já passou pela cabeça de muito (senão todo) jogador de RPG. Pois então vamos tentar dar um pequeno auxílio para dirimir algumas questões técnicas que envolvem o caso e dar algumas dicas úteis sobre como você mesmo pode produzir seus livros da forma mais prática e econômica possível.

Não vamos aqui focar nas questões comerciais (pelo menos a princípio) que envolvem produção e distribuição de grande quantidade de livros. Vamos nos ater às formas e meios que podemos utilizar para produzir e enviar poucos livros de forma totalmente independente. Vale ressaltar também que esse não é um guia definitivo. Boa parte desse conteúdo foi obtido por meio da troca de experiências entre autores independentes. O que temos aqui é uma pequena síntese da experiência coletiva desses homens e mulheres que tinham o sonho de publicar seus livros. Esperamos sinceramente que possa ser útil e esclarecer algumas dúvidas.

ANTES DE TUDO…

O quanto você vai gastar vai depender do nível de profissionalismo que você deseja do trabalho. Fazer um livro meia boca pra circular entre amigos e conhecidos é bem barato. Fazer um livro com pretenções comerciais exige muito mais esforço, tempo e dinheiro. Porém, esse post é para provar que é totalmente possível fazer isso!

Uma coisa é fato: nem todo mundo tem o talento de Jonh Bógea (afinal o cara escreve, desenha e diagrama como poucos no mercado RPGistico indie). Então tenha em mente que boa parte de um livro maneiro depende da diagramação, de uma boa revisão ortográfica e imagens bacanas. Logo, se você não tem domínio de nenhum software de diagramação procure um amigo que possa te ajudar com essa parte. O mesmo vale para a parte da revisão ortográfica. Não precisa ser nenhum professor, mas pelo menos alguém que possa corrigir os erros mais gritantes e te ajudar a não passar vergonha quando alguém tentar ler o texto. Uma saída é juntar seu grupo de jogo para produzir o material. Dessa forma um pode escrever, outro diagramar, outro desenhar, etc. Lembre-se: organização e espírito de equipe serão vitais nesse momento!

Outra coisa muito importante que você precisa definir é o tamanho do livro. Livros pequenos (tamanho A5) como o Old Dragon custam bem menos, tanto para produzir como para distribuir. Então se o custo pode ser um problema, medite sobre a possibilidade de formatar seu livro para um tamanho menor.

Quando às imagens: o bacana mesmo é ter um amigo ilustrador ou saber desenhar. Se não é o seu caso dê uma pesquisada nos vários bancos de imagens com Royalty Free. Na maioria dos casos essas imagens podem ser utilizadas em material de uso e distribuição livre. Senão, procure um curso de desenho na sua cidade e veja com os alunos de lá sobre a possibilidade de um acordo sobre a publicação das imagens. Muitos artistas bons por aí estão iniciando e precisam divulgar seu trabalho. Esses geralmente cobram pouco ou aceitam ceder um ou dois desenhos free. Claro que, nesse caso, você terá que ser um pouco flexível quanto à parte técnica e conteúdo representados nos desenhos. Tenha paciência. Todo mundo conhece alguém que desenha pelo menos um pouco. Alguns sites na web, inclusive o espetacular Deviant Art possuem imagens licenciadas pela Creative Commons que permitem o uso e a distribuição sem fins comerciais, desde que você não altere nada na imagem e lembre-se de indicar a fonte e o artista.

Lembre-se também que há certas questões técnicas que devem ser respeitadas na hora de aprontar o livro, principalmente a capa e as folhas de rosto da obra. Detalhes como faixa etária recomendada, posicionamento do ISBN e da Ficha Catalográfica devem ser observados para que voê não tenha problemas com a distribuição do livro. Tenha predileção por levar o arquivo em .pdf para evitar que o livro seja alterado ou que perca a formatação. Depois de aprontar o documento e deixar tudo no ponto, é hora de procurar uma gráfica rápida!

IMPRESSÃO SOB DEMANDA (ON DEMAND)

Popularizou-se nos últimos dois anos a expressão “sob demanda”. Através desse mecanismo você entra em acordo com uma gráfica para fazer o seguinte: você faz a publicidade do seu livro e inicia as vendas com pagamento adiantado da obra. Quando você fechar 50 ou 100 exemplares vendidos o livro é produzido e distribuído aos compradores. Isso é muito bom para se criar mecanismos de pré-venda e assim ter uma noção da venda dos livros antes de mandar produzir uma quantidade que pode ser exagerada ou insuficiente para suprir a demanda.

Esse processo, apesar de possibilitar a produção do material sem risco de prejuízo financeiro para você ou a gráfica, tem alguns pontos negativos que são dignos de nota:

  • Pouca gente de dispõe a pagar por algo sem ter uma data fixa para receber a encomenda.
  • Muitas vezes a gráfica não consegue fechar a quantidade mínima para produção e aí você fica com o pepino de ter que reembolsar quem já pagou ou enviar e-mails de “desculpas pelo transtorno, mas…”.
  • A impressão sob demanda agiliza o processo de venda, mas não o de produção, pois você ainda tem que vender vários exemplares antes de conseguir efetivamente produzir o material.

No entanto, é bem verdade que várias gráficas já estão disponibilizando (até online) formas de venda on demand onde os exemplares são fabricados e vendidos livro a livro. Mais à frente vamos indicar esse tipo de serviço e falar um pouco sobre ele.

Depois de pesar na balança esse pode não ser o meio mais recomendado para quem não tem perspectiva de vender mais que 300 exemplares ou para quem não visa lucro e sim apenas a divulgação e/ou publicação do seu cenário ou sistema. Para esses, uma saída que pode interessar é fazer uso dos chamados Bureau de Impressão ou, mais popularmente falando, Gráficas Rápidas. Várias dessas empresas dispõem de equipamento para imprimir o miolo em preto e branco a baixos custo e a capa colorida com acabamento muito semelhante ao das gráficas de grande porte (chamadas Off Set). De modo geral o mercado tem praticado valores entre R$ 0,08 a R$ 0,15 por página P&B (para o miolo) e capa em torno de R$ 15,00 (colorida em papel grosso, laminada e com colagem “tipo livro”).

Na realidade isso sempre foi possível, apenas não é popular. Por exemplo, você já teve que fazer uma monografia? Pois então! O processo para um livro é bem semelhante. Bom exemplo disso é o que fez o pessoal do Projeto Tagmar 2. Desde seu lançamento, o Tagmar 2 segue um licenciamento que impede a comercialização, mas isto não proíbe que cada um faça a sua própria impressão. Com base no conceito do que é “Uso Comercial”, o projeto disponibiliza cópias impressas a preço de custo para aqueles que desejam um livro.

Recentemente o Projeto Tagmar 2 fechou uma parceria com a Oficina da Cópia para impressão dos livros a preços realmente convidativos:

  • R$ 0,10 por página (branco & preto).
  • R$ 5,00 capa colorida + encadernação espiral.
  • R$ 12,80 capa colorida +  encadernação “tipo livro”.

Assim por exemplo, o Manual de Regras de Tagmar que possui 123 páginas sai por R$ 17,30. O que é um preço bem barato! Os primeiros exemplares foram vendidos na RPGCON, mas podem ser adquiridos através do site do Projeto.

Em Fortaleza/CE e várias outras cidades também podemos encontrar serviços semelhantes. Em Fortaleza/CE a HBM Gráfica Digital cobra R$ 0,10 por página P&B do miolo em papel comum, R$ 12,00 pela capa em papel couché 80kg, laminada brilho ou fosco e colada tipo lombada quadrada com Hot Melt, acabamento muito semelhante aos livros que se encontra nas livrarias. Para se ter uma idéia um livro com até 180 páginas, feito em tamanho A5, miolo P&B em papel comum, capa colorida, laminada, sem orelhas e  acabamento brochura colada saí por R$ 15,00.

A princípio pode parecer caro, tendo em vista que o mesmo livro feito em uma gráfica Off Set convencional sairia por cerca de R$ 5,00 e isso com acabamento até superior, porém, numa gráfica Off Set você provavelmente teria que fazer uma tiragem mínima de 500 exemplares! Ou seja: R$ 2.500,00! Entendeu agora o drama de quem quer publicar algo?

Uma coisa que influencia diretamente no custo é o tipo de acabamento que será dado ao produto. Existem vários tipos de acabamento para livros os mais usuais são:

  • Espiral – Aquela encadernação tipo caderno escolar que usa uma espiral de plástico ou de aço para prender as folhas. Nem um pouco recomendada para livros apesar de ser o tipo mais barato e comum.
  • Brochura costurada em cadernos – Esse é o melhor tipo de encadernação atualmente para livros . Firme, resistente e muito durável. Usada nos livros da Jambô e também no Old Dragon, por exemplo. Essa encadernação consiste em fabricar a partir do miolo vários caderninhos com cerca de 28 páginas cada. Depois eles são costurados uns aos outros usando barbante de maneira que fiquem firmes e possibilitem a montagem da capa. O problema desse tipo de encadernação é que ela é demorada e cara para fazer e por conta disso muitas vezes só é encontrada em encadernadoras profissionais por cerca de R$ 10,00 (só a encadernação, você tem que levar a capa e o miolo). O legal é que essa encadernação pode ser feita manualmente e até na internet é possível encontrar tutoriais ensinando o passo a passo – quem sabe no próximo FORPG não faço uma oficina sobre isso, hein?!
  • Lombada serrada e colada – Essa é a encadernação que uso nos meus livros. Consiste em serrar a lombada para criar vincos e depois, com a ajuda de uma prensa, colar a capa e o miolo com uma camada de 2mm de cola quente. Essa encadernação foi amplamente utilizada no passado (quando não existiam máquinas que fizessem a brochura em cadernos), por que é rápida de ser feita e produz bons resultados. A falha desse método é que as folhas podem soltar se forem mal coladas ou se o livro tiver sua lombada quebrada. Lembra aquele livro que começou a soltar as folhas depois de um tempo? Pois então, ele provavelmente tem lombada serrada e colada.

ENVIO E DISTRIBUIÇÃO

É aqui que o caldo geralmente engrossa. Ninguém vai contratar uma empresa de logística para distribuir 100 exemplares, certo? Então o que podemos fazer? A resposta é simples: Correios! Enviar um livro daqui (Fortaleza/CE) até São Paulo/SP via Sedex pode custar “míseros” R$ 50,00 (só o envio, fora o custo do livro). É claro que esse preço joga por água abaixo qualquer chance de distribuir aqueles 20 exemplares de seu maravilhoso cenário de campanha para seus amigos do Facebook. E então, como pode ser? A resposta também é fácil: Envio de Impresso.

Você você tem as seguintes opções:

1 – Se o livro for suficientemente pequeno e leve você pode enviá-lo como carta registrada ou carta normal por algo entre R$ 2,00 e R$ 6,00. No entanto a possibilidade de extravio é real.

2 – Coloque o livro dentro de um envelope e escreva em letras bem claras “Contém Impresso”. O envio de impressos através dos Correios existe e é mais confiável que a carta comum e só um pouco mais caro, pois é feito exatamente para viabilizar o envio de documentos, livros e outros produtos semelhantes. Para poder rastrear o livro utilize o serviço de Registro Módico (poucos atendentes nos Correios sabem o que é isso, insista para verificarem o serviço). Qualquer coisa você pode “esfregar na venta” do atendente a página oficial dos Correios que explica o serviço. E, se você quiser, pode acrescentar 1% do valor do produto na forma de um seguro contra perda ou extravio.

Bom, agora que você já sabe o que fazer para produzir e distribuir falta só um “pequeno” detalhe…

REGISTRO, LICENÇAS E PROTEÇÃO AOS DIREITOS DO AUTOR

Nem todo mundo pensa em realmente produzir material profissional. Para aqueles que querem apenas deixar o lance entre amigos, ou produzir algo totalmente indie ou sem lucro essa parte é dispensável. Para os que desejam algo mais oficial é indispensável ler as dicas seguintes.

Licenciar um livro é o mesmo que deixar claro quais são seus direitos como autor intelectual da obra. Não queremos iniciar uma discussão sobre o tema, mas vale muito esclarecer uma coisa: idéias e conceitos não podem ser registrados! Quando protegemos um livro registrando seu conteúdo em cartório estamos, na realidade, protegendo o texto, a diagramação, as imagens, etc. Os conceitos e as idéias são de uso livre. Ou seja, se você criar um super herói que se fantasia de morcego para combater o crime não pode ser acusado de violação de direitos, porque isso é um conceito, uma idéia. Mas se ele se chama Batman ou usa qualquer outra imagem característica do autêntico Cavaleiro das Trevas, aí sim você pode se encrencar… Dentro desse tema cabe miríades de discussões sobre o que é propriedade intelectual ou patrimonial, plágil, obra inédita, direiro moral e um monte de outras coisas que não cabem nesse post. Caso queira se esclarecer 100% sobre essa questão uma leitura anteciosa do conteúdo desse link da Biblioteca Nacional pode dirimir todas as suas dúvidas. Portanto, e de qualquer forma, deixe bem claro qual o tipo de licença do seu produto: Open Game, CC, Marca Registrada, etc.

Atualmente tem-se utilizado muito a licença da Creative Commons. Essa licença é bastante flexível e tem representação legal aqui no Brasil, então vale à pena conferir o site. Nesse link tem um pequeno formulário para gerar a licença para o conteúdo do livro, tudo de forma gratuita. Vale lembrar que Licença e Registro são coisas distintas. A garantia, para fins legais, de que uma determinada obra lhe pertence só é conseguida com o registro em um cartório, o que é bem simples. A grosso modo, nenhum tipo se registro em cartório é obrigatório. Direito autoral é um direito fundamental do ser humano, direito à sua criação, garantia constitucional. O registro em cartório da obra é apenas uma garantia, um “dou fé” do tabelião de que, da fato e verdade, você é o criador daquele texto. Não sai caro registrar a obra, para tanto,  imprima todo o livro em fonte legível e folhas simples, encaderne e siga as instruções do Escritório de Direitos Autorais (EDA).

De forma prática, mais essencial que o Registro junto ao EDA, é a aquisição do ISBN e a Ficha Catalográfica. Hoje tornou-se muito mais simples produzir livros de forma oficial. Qualquer pessoa pode, junto à Agência Nacional do ISBN (International Standard Book Number), solicitar o cadastro de Editor. Esse registro facilita, entre outras coisas, que seu livro circule ou seja vendido em bibliotecas públicas e/ou livrarias por aí afora.

O ISBN é um número que serve de identificação para o seu livro. Não existem  dois livros com o mesmo ISBN no mundo, é tipo uma impressão digital. Não é obrigatório (por força da Lei), mas dificilmente uma livraria ou biblioteca recebe para venda um exemplar sem o ISBN, pois ele facilita bastante o processo de pesquisa e catalogação do produto. Portanto, se o lance é vender, tem que ter ISBN. Há alguns meses a numeração era obtida no site da Biblioteca Nacional, mas agora tem um site próprio: a Agência Nacional do ISBN. O ISNB nada tem haver com Direito Autoral, trata-se unicamente da catalogação da obra junto a uma instituição internacional.

O site da Agência é bastante didático e explica direitinho tudo que você precisa fazer para adquirir o ISBN. Para requerer a numeração você precisa ser registrado como Editor na data que esse post foi feito esse registro custava R$ 180,00 para pessoa física. Você paga apenas uma vez esse valor, depois se quiser editar outros livros vai desembolsar apenas R$ 12,00 por título para adquirir um número para eles.  O processo todo leva em torno de 20 dias e custa uns duzentos e poucos reais gastos entre taxas, cópias e envio de documentos e é a parte mais cara desse processo todo.

Outra questão é a Ficha Catalográfica. Exigida em bibliotecas e por algumas livrarias (para várias basta o ISBN) a Ficha Catalográfica é eleborada por bibliotecários formados e eles cobram pelo serviço. Assim como o ISBN a Ficha é um recurso não obrigatório e é útil apenas para fins de catalogação e estocagem do livro, seja nas prateleiras de uma biblioteca ou de uma livraria. Você pode solicitar uma Ficha através do site da Câmara Brasileira do Livro. Eles cobram a “bagatela” de R$ 70,00 pelo serviço para quem não é associado. No site deles você encontra todas as informações necessárias para isso.

É camaradas! Espero que após esse post e essas cifras gigantes você não tenha ficado desanimado. No entanto para fechar com chave de ouro vou deixar aqui um link muito legal e que pode interessar você jovem autor. Trata-se do Clube de Autores. Esse site oferece o serviço de venda e produção de livros sob demanda, mas eles enviam o livro tão logo haja pedido, mesmo que seja só um. Ao cadastrar-se no site você envia seu livro (em .pdf e já diagramado) junto com a capa e indica quanto você quer receber por cada livro vendido. O livro fica à disposição no site para venda e quando você acumular R$ 100,00 em Direitos Autorais pela venda de livros o Clube de Autores deposita o dinheiro na sua conta bancária. Você tem ainda a opção de vender o livro em formato .pdf ou somente o impresso. Ainda não experimentei o serviço, mas a julgar pela quantidade de livros à disposição (mais de 5.000 títulos), pela quantidade de pessoas que “curtiram” o site via Facebook (mais de 2.000) e pelos números apresentados por uma reportagem do site O Globo (que indica 30.000 livros vendidos no ano de 2010 através do site) parece que o serviço realmente é decente.

O Clude de Autores dispõe ainda de uma área chamada Universidade do Autor que possui umas aulas em formato de slide muito boas ensinando o passo-a-passo sobre como diagramar um livro, como obter um ISBN e como fazer um plano de marketing para vender os exemplares. Apesar de uma ou outra crítica por conta do preço dos livros, em média R$ 40,00 por um exemplar de 280 páginas com miolo em papel comum, capa colorida com orelhas e acabamento em brochura costurada, uma pesquisa rápida vai mostrar que o valor não está nada acima do praticado pelas livrarias locais. Bom, já que não custa nada para dispor o livro no Clube, também não custa nada tentar, né? Prejuízo é que você não vai ter.

Bem jovens autores, é isso! Agora é só escrever, pois a partir de hoje ninguém pode usar a desculpa de não saber por onde começar!

Imiril Pegrande

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13 comentários sobre “Como produzir um livro de RPG?

  1. Disponha mestre Bucaneiro!!!
    Espero que possa ajudar mesmo não apenas você, mas todo camarada com sangue RPGistico nas veias.

    Abraço forte!

  2. Ótimo artigo! Segue mais um link, o http://www.agbook.com.br/ (parece q eles tem relação com o clube de autores). Nesse site foi que o pessoal do ReOPS RPG publicou o livro, no esquema de impressão por demanda (e não precisa investir nada , é digratis!). Vi o livro na RPGCON e gostei da qualidade.

  3. Só um detalhe: sobre a ficha catalográfica, você pode simplesmente procurar uma biblioteca pública em seu município e perguntar sobre o serviço. Quando precisei, eles exigiram apenas 4 exemplares do livro (dois para ficar na biblioteca, outros dois para doarem a outras). Bem mais em conta do que pagar R$ 70,00, né?

  4. Ótimo artigo.

    Tenho algo a acrescentar sobre fichas catalográficas.

    Perguntei na biblioteca da faculdade em que trabalho e na universidade federal aonde estudo se eles fazem a ficha catalográfica de um livro que eu escrever. E em ambos os casos, os bibliotecários falaram que fazem a ficha catalográfica em 24h e de graça, bastando levar o índice, o resumo, o número de páginas e algumas das primeiras páginas do livro.

    Então, se você tem interesse em fazer a ficha catalográfica do seu livro, ainda pode economizar neste sentido se procurar na biblioteca certa.

    Abraços

  5. Não poderia esperar menos de alguém com seu talento e capacidade. Excelente postagem. Abraço.

    “Quando olho as estrelas, sinto algo estranho, não as contaria nem tampouco diria o que sinto ou percebo diferente. Apesar de ainda ser deus, e estar aqui onde cheguei e sempre estive. Percebo que a realidade nunca mais foi a mesma. Aquele que teceu todas as coisas com o fócus ethéreo, escondeu sua face de seus filhos e permitiu que suas entranhas conhecessem o impossível. Agora aquele que um dia deu vida a todas as coisas encontra-se oculto no cárcere do seu próprio ser. A nós que escutamos o silêncio da eternidade só nos resta, a esperança de um dia ouvir o soar das trombetas nos salões do “Eterno”.

    Aquele que um dia voou sobre os mares como mortal.”

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