Falling Skies: Adaptação para Terra Devastada

Salve camaradas! No que diz respeito a mídias de todos os tipos, desde filmes, passando por música, HQ, mangá, blusas, canecas, games e RPG, nós estamos no meio de um apocalipse zumbi. É impossível olhar pra alguma coisa e não ver os zumbizões por lá. Seja correndo ou se arrastando, cadáveres pútridos ou mega mutações, tem zumbi pra todo gosto – ai, ai que saudade dos velhos tempos de cinema classe B… Mesmo assim, há espaço para outros monstrengos idolatrados desde que o cinema era mudo e em branco e preto! E nesse post vou referir-me especificamente aos nossos amigos “lá de fora”.

ETs, aliens, marcianos, etc. São muitas as alcunhas e muito embora as lentes e flashes estejam voltados para os zumbis, tem muita coisa boa que pode ser explorada desse lado de cá dos sets de filmagem. Bom exemplo é o filme Super 8. Entre uma ficha e outra de Túneis tirei um tempinho pra assistir esse espetacular filme, resenhado AQUI pelo Dmitri Gadelha, e na empolgação resolvi dar uma conferida em Falling Skies, série de ficção produzida pelo Spielberg (que também produziu Super 8).

É impressionante como qualquer coisa que tenha o selo “Steven Spielberg” vende como água. E se tem uma coisa que Stevem Spielberg sabe fazer são filmes de ficção científica (de preferência com profusão de efeitos especiais). Desde muito tempo que esse mestre encanta e impressiona todo mundo com as ideias mais mirabolantes e inovadoras – e não venha me dizer que você não assistiu ET – O Extraterrestre… De lá pra cá, Spielberg produziu vários outros grandes sucessos: Independence Day e Jurassic Park são bons exemplos. Mais recentemente Spielberg apostou numa série televisiva que traz invasores do espaço como estopim para a trama. E como tudo que ele toca vira ouro, Falling Skies não é exceção.

Pelo banner da série já sabemos que estamos diante de um drama, ao contrário do que muitos esperam.

O seriado exibido pela TNT bateu recorde de audiência na terra do Tio Sam (5,9mi) durante o episódio de estréia, superando até mesmo o super aguardado The Walking Dead (5,3mi). No meio da enxurrada de séries ruins que tem chegado Falling Skies certamente não é a pior, e com certeza dá muito pano pra manga de uma adaptação decente. No entanto vale dizer o seguinte: não assista a série pensando que verá um dos maravilhosos blockbusters feitos por Spielberg e, pra que fique bem claro: Falling Skies é um drama. Basta uma olhadela no poster oficial da série pra sacar isso. Infelizmente, a grande maioria dos espectadores de esperam algo mais parecido com Distrito 9 ou Independence Day e acabam, de certo modo, sentindo-se frustrados com o encaminhamento da série.

Tive o prazer de assistir os dez episódios da 1ª temporada e ficar com dor de cabeça de tanto melodrama – pra quem gosta é ótimo, minha filha, por exemplo, não pisca os olhos. Os efeitos especiais às vezes são duvidosos e os mechs que aparecem no filme são um tanto artificiais. Deslize esse que eu, particularmente, perdôo. Afinal, é uma série de televisão, não um blockbuster cinematográfico. Entre erros e acertos, no entanto, o plano de fundo da série (incluindo o plano de conquista), origem e funcionamento da resistência humana, os aliens, seus poderes, estratégias e tecnologias me deixaram muito empolgado e certamente são bem melhor elaborados que os vistos em V – The Visitors, por exemplo. Espero ansioso que a série tenha continuidade, pelo menos pra deixar o final mais redondinho. A previsão é que a continuação (já aprovada) seja exibida no segundo semestre de 2012. Um longo período de espera pra quem ficou ansioso para descobrir mais sobre os aliens e ver qual será o destino da 2nd Mass.

O site oficial da série é bem bacana. Possui um jogo estilo tower defense e uma webhq – muito bem ilustrada por sinal – que traz o prequel da série. Os episódios em si são protagonizados por um professor de história chamado Tom Mason (Noah Wyle de Plantão Médico). O cerne da história são os conflitos e dificuldades de Tom para cuidar dos filhos (Hal, Ben e Matt), manter sua humanidade e lutar para manter os civis (cidadãos comuns que não entram em combate) à salvo dos invasores e de outros perigos.

Os aliens estão atacando!

Falling Skies começa contando como nosso mundo foi conquistado por uma raça extraterrestre. Num espaço de tempo incrivelmente curto (meses apenas) toda a rede de energia elétrica foi destruída e com ela toda sorte de equipamentos eletrônicos, além disso, todos os exércitos do planeta foram rápida e vergonhosamente derrotados.

Nos primeiros três meses, aproximadamente, a única regra era garantir a própria sobrevivência. Cada um por si. Pequenos grupos isolados lutavam uns contra os outros pelos restos de alimento e suprimento que pudessem ser conseguidos nas cidades destruídas, enquanto se ocupavam em fugir e se esconder das patrulhas alienígenas. Foi um período tenso onde cerca de 90% da população mundial foi dizimada. Enquanto os adultos eram mortos, as crianças eram levadas e escravizadas pelos aliens através de um organismo tecnorgânico preso às suas costas e medula espinhal, chamados pelos humanos de “arreios”. Após os ataques iniciais, as naves-mãe dos invasores partiram levando a grande maioria das forças de ataque iniciais. Os “poucos” que ficaram tinham a missão de pacificar o restante do planeta – eliminando os últimos focos de resistência – e recolher matéria prima, sobretudo metais.

Seis meses após o primeiro contato (época em que vivem os personagens da série), grupos de civis e uns poucos militares, cuja maioria é formada por ex-combatentes reformados ou expulsos das forças armadas antes do ataque, começaram a unir-se em pequenas comunidades nômades com cerca de 300 indivíduos (grupos maiores podem ser rastreados pelos skitters, os alienígenas). Tais comunidades especializaram-se em encontrar abrigo e enviar pequenos grupos de combatentes para conseguir alimento e suprimentos nas cidades destruídas. Foram esses grupos que deram origem às primeiras células da resistência. As mesmas operam de forma muito semelhante às milícias de guerrilha. Atacam de surpresa e com força total pequenos grupos de aliens, fugindo desesperadamente logo em seguida, antes que cheguem os reforços inimigos. Tanto quanto podem, os integrantes da resistência evitam ao máximo o contato com os invasores e são pouquíssimos os indivíduos com coragem (ou falta de bom senso) suficiente para enfrentar abertamente os inimigos, que possuem força militar e armas infinitamente mais poderosas que as utilizadas pela Resistência (uma salva de palmas para o Pope). Divididos em duas unidades principais os invasores são cruéis e bastante eficientes. Suas estratégias de ataque incluem desde simples rondas por áreas de risco, até armadilhas em depósitos e outras fontes de suprimentos, além de agentes duplos e toda sorte de traidores.

Os skitters

O skitter feioso demonstrando seu lado "paterno"... Ou seria "materno"?

Uma mistura de inseto com lagarto. Eis como podemos descrever os skitters. Esses aliens aparentemente eram os mentores da invasão. Na realidade eles são crianças humanas convertidas em oficiais militares por meio de um implante tecnorgânico que oblitera sua vontade e lhes dá uma espécie de sentido coletivo.

Os skitters comunicam-se através de ondas de rádio. Algumas frenquências podem, inclusive, causar dor e/ou extremo desconforto, como se alguém desse um grito muito alto no seu “pé do ouvido”. Também é assim que eles controlam seus mechs (veja adiante) e se comunicam com as crianças “arreadas”. Em vários aspectos os skitters são iguais aos humanos, pelo menos no sentido psicológico da coisa. Eles têm anseios, ambições, sentem medo, ódio, amor e tudo mais da mesma forma que nós, afinal um dia foram humanos… No entanto, eles possuem um poderoso senso de comunidade e fraternidade, sendo incapazes de trair ou ferir outro de sua espécie.

Esses monstros possuem seis patas, capacidade de andar nas paredes e escalar com extrema facilidade. Também possuem força e agilidade muito superiores às humanas, o que os torna oponentes terríveis. No entanto, por razão não explicada, eles não portam nenhum tipo de armadura ou arma, sendo totalmente dependentes de suas capacidades físicas e mentais para lutar, o que não é pouco. Skitters são muito resistentes às armas humanas e nada menor que uma escopeta ou fuzil provocará dados sérios a eles, visto que suas carapaças são extremamente resistentes. Exceto se atingido por um tiro à queima roupa, e mesmo assim, só se atingir um ponto vital. Na série, Mason usa uma tática básica, porém eficaz, para derrubar um skitter (criada pelo Pope): aleije e depois mate. Consiste, basicamente, em arrancar-lhes uma das patas – sem a qual ele ficará totalmente desequilibrado e quase indefeso – para então chegar perto o suficiente para acertar um tiro à queima roupa. Tal estratégia, evidentemente, só tem efeito num eventual mano-a-mano com um skitter, e mesmo assim é muito arriscada.

Enfiar uma lâmina através da boca deles também pode matá-los (mas o que é, nesse mundo ou em outros, que não morre com uma coisa dessas?) a vantagem desse ataque é que é a única forma de matar um skitter se você não tiver uma arma de fogo à disposição. Se for esse o caso, muita boa sorte pra você, meu amigo…

Os mechs

Os mechs são a arma de infantaria padrão dos skitters. Podem ser controlados através das ondas de rádio usadas por eles para se comunicar e possuem poder de fogo e armadura espetaculares. Os mechs são robôs do tipo “andar de galinha” semelhantes ao Marauder ou ao Locust de MechWarrior. Possuem no seu arsenal lança foguetes e fuzis automáticos leves. Tanto a armadura quanto a munição dos Mechs é feita de um metal especialmente temperado, o que lhes dá incrível proteção e excelente poder de penetração para os combates. Na série, Pope (que pra mim devia ser o protagonista) consegue revestir a munição usada pela resistência com uma camada desse metal (obtido a partir das carcaças de mechs abatidos), e assim, quase igualar o poder de fogo terráqueo com o dos invasores. Apesar de poder ser controlados remotamente pelos skitters, os mechs possuem capacidade própria para rastrear e eliminar alvos e, dessa forma, são usados para guardar prédios e escoltar grupos de crianças arreadas.

Os “arreios”

A série nos dá indícios de que todo skitter um dia foi uma criança humana (ou talvez outra raça que tenha sido conquistada). Os arreios colocados nas crianças liberam toxinas que provocam forte dependência química e profundas alterações genéticas, que iniciam com a cura de qualquer doença que a criança tenha e culmina com a metamorfose em outro skitter. O tempo que essa transformação ocorre não é mencionado, mas provavelmente varia muito de acordo com a força de vontade da criança e com sua resistência física.

Outro banner da série. Esse mostra bem o "arreio" que escraviza as crianças capturadas.

Uma criança “arreada” obedece total e cegamente aos skitters. Geralmente elas são usadas para catar metais e outras matérias primas aproveitáveis em meio aos destroços das grandes cidades. Esse material é levado para as bases alienígenas e usado para fabricar/reparar as estruturas e/ou produzir mais mechs ou armamento. No entanto, as crianças também são muito utilizadas como tradutores, quando os skitters precisam se comunicar com humanos ou como forças de combate suicidas na guerra contra a Resistência. Cada skitter está vinculado a um grupo que varia entre seis a quinze crianças e, tal qual como na companhia de outros skitters, eles mantêm certo vínculo afetivo entre si. Nessa relação o skitter muitas vezes assume o papel de pai ou mãe das crianças.

Retirar os arreios é algo extremamente delicado. Se for removido à força, as pinças que estão fundidas à medula espinhal do hospedeiro vão destruir seu sistema nervoso e levá-lo à morte rapidamente. Mesmo que as pinças (que são extremamente duras) sejam cortadas – na série eles usam um maçarico para isso –, a criança pode morrer minutos depois da separação, acometida por uma violenta crise de abstinência. Para contornar isso é necessário ministrar doses regulares de morfina, até que o organismo fique “limpo” da toxina extraterrestre. Quanto maior for o tempo em que a vítima esteve “arreada”, mais difícil e penosa será a recuperação. Os danos psicológicos são muito profundos e talvez irreparáveis, entre eles o sentimento de fraternidade pelos aliens ou o desejo de permanecer ligado aos extraterrestres. Sequelas físicas também podem ser percebidas, algumas são benéficas: como o aumento de todas as capacidades físicas e alguns “super poderes” como super salto, ultra flexibilidade das juntas, equilíbrio perfeito e andar nas paredes. Outras sequelas são ruins: como a suscetibilidade ao controle mental dos skitters e a permanência das pinças ao longo da espinha, que apesar de não prejudicarem a vítima, provocam asco e desconfiança entre os humanos. De qualquer modo, o quanto e como cada indivíduo será afetado pela comunhão com o arreio dependem, na maior parte, da força de vontade do indivíduo. É um processo que pode levar meses para se completar, mas no final todos acabam cedendo.

Considerações finais

Falling Skies – apesar de pesadamente criticado por vários blogueiros “especialistas” em cinema – tem seus acertos. Está longe do horror psicológico e dos elementos dramáticos vistos em Cloverfield ou Guerra dos Mundos (este último, também do Spielberg), mas possui background muito superior a qualquer série que traga aliens como antagonistas que eu já tenha visto antes (mas essa é minha opinião pessoal e não sou nenhum especialista). Particularmente, não gosto dos relacionamentos interpessoais e dos conflitos morais abusivamente presentes em toda série que é produzida hoje em dia, o que deixa todas elas meio parecidas e previsíveis (veja só o que fizeram com Smallville e True Blood, por exemplo), mas quanto a isso nada podemos fazer, até porque são raras as séries que conseguem ficar além da canastrice do seu elenco e da previsibilidade dos seus personagens – uma saraivada de palmas para Spartacus (as duas temporadas) e Prison Break (também as duas primeiras temporadas), que se superaram nesse quesito e conseguiram fazer com que realmente nos importemos com o que acontece com os personagens.

Contudo, Falling Skies ainda consegue uma marcação de 7.7 no ImdB (conceituado site gringo que traz resenhas e críticas de cinema) e tem uma suficiente e empolgada legião de fãs, sobretudo nos Estados Unidos. Na minha opinião, vale muito a pena assistir essa série e tirar suas próprias conclusões acerca dessa produção do gênio dos filmes de ficção científica.

No RPG

Tá na cara que Falling Skies dá uma adaptação porreta! Pricipalmente porque na adaptação podemos corrigir as falhas de clima que a série possui. Narrei duas vezes esse cenário e todos ficaram muito felizes com o resultado obtido nas mesas. Abaixo segue algumas dicas e conceitos que usei nas minhas aventuras. Espero que gostem!

Uma vez que a invasão não é mostrada na série, apenas narrada através de desenhos infantis no início do primeiro episódio, eu escolhi um filme para usar como “clima base” para os meus jogadores se situarem no que está ocorrendo no mundo. Como a aventura ia ser de sobreviventes, escolhi o filme Guerra dos Mundos (baseado na obra de H.G. Wells) para avisar aos jogadores o que poderiam esperar da aventura: medo, loucura, desespero e muito, muito sangue. É assim que imagino que foi a invasão alienígena em Falling Skies.

Nossa sugestão é que a aventura ocorra em um dos seguintes momentos:

Aliens Atack: Nesse período, os aliens apinham as ruas com milhões de skitters e mechs! As bombas de pulso eletromagnético caem do céu como chuva, destruindo toda e qualquer forma de comunicação e transporte. A sobrevivência é uma questão de sorte e a lei é a do cada um por si. Num clima muito semelhante ao vivido pelos personagens de um apocalipse zumbi, esse cenário é perfeito para aventuras de horror curtas, com personagens baseados em pessoas comuns e sem habilidades especiais que provalmente acabaram sangrando numa sarjeta ou “arreados” pelos aliens. Os filmes Cloverfield, Guerra dos Mundos e Skyline são ótimos para dar o tom desse cenário.

Survivor: Esse período é imediatamente seguido à partida das naves-mãe. Cerca de 90% das forças invasoras saem do planeta e aqueles que sobreviveram aos ataques iniciais podem gozar de certa liberdade para transitar entre as cidades que não foram atacadas. É uma período a la Mad Max, onde os maiores inimigos podem ser outros sobreviventes. Os filmes A Estrada e O Livro de Eli são perfeitos para sincretizar esse período.

Warriors of Resistence: É o periodo em que a série ocorre: seis meses após a invasão. Nesse período, várias descobertas são feitas, as estratégias inimigas são melhor conhecidas, bases humanas são formadas e fraquezas passam a ser exploradas. E grande parte do horror inicial já foi assimilado pelos sobreviventes. A resistência está organizada e possui grandes líderes e combatentes em suas fileiras. Alguns humanos se permitem um fio de esperança e algumas vitórias e conquistas vão impressionar até mesmo aos cabeças da invasão alienígena. Para conhecer bem o clima desse período o melhor é assitir aos episódios da 1ª temporada da série.

2nd Mass: "Warriors of Resistence".

Equipamento

Os recursos humanos são muito escassos. A grande maioria dos sobreviventes não são lutadores e manter essas pessoas a salvo e alimentadas dá um bocado de trabalho. Apesar de auxiliarem com a limpeza, cozinha, costura, reparos e logística, os “comedores” (que é como os cidadãos são “carinhosamente” chamados pelos combatentes) são motivo de acaloradas discussões entre os líderes da Resistência e sua real utilidade é severamente questionada.

As armas estão limitadas a metralhadoras, fuzis, revólveres e pistolas, mas nada muito moderno. Munição para as armas é um grande problema e é comum que haja armas mais que suficientes, mas sem nenhuma munição para elas. Carros e motos servem apenas se tiverem sistemas elétricos e mecânicos simples. Nada de injeção eletrônica, módulo eletrônico, direção hidráulica ou vidros elétricos, em Falling Skies voltamos à época dos carburadores e da transmissão mecânica.

Se estiver narrando no período dos Warriors of Resistence o mestre pode permitir equipamentos especiais tipo: balas perfurantes de armadura alienígena, torre de rádio com emissão de ondas para afastar skitters e mechs, kit médico para remover arreios e humanos que possuam pequenas super habilidades advindas do seu contato com os skitters (super salto, andar nas paredes, força ou resistência sobre humana, etc.).

Sistema

O sistema que usei e que se encaixou perfeitamente ao cenário foi o sistema do RPG Terra Devastada (lançado recentemente pela Retropunk). A versão resumida das regras, lançada pelo Jonh Bógea, tem suporte mais que suficiente pra narrar Falling Skies e pode ser obtida gratuitamente NESSE LINK. Para um suporte mais completo, inclusive com dicas de ambientação (o ambiente de um apocalipse zumbi é bem semelhante ao “apocalipse alien”), adquira o manual básico de Terra Devastada, na Retrostore. Durante meus jogos, preferi tratar os aliens como se fossem personagens jogadores, criando para eles Características, Convicção e Horror. Já os mechs, tratei como se fossem meros equipamentos, sem inteligência ou vontade. Clicando AQUI você ainda pode baixar um arquivo PDF com 3 fichas de exemplo, para usar em seu jogo e lhe orientar melhor na adaptação.

Bom, é isso aí guerreiros! Boa caçada!

Imiril Pegrande

Vive la résistance!

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5 comentários sobre “Falling Skies: Adaptação para Terra Devastada

  1. Como todo o material que eu pude ler até hoje do Alan Imiril, excelente. Admiro o nível de percepção que ele possui qur vai muito além da superficialidade atual pra extrair uma qualidade surpreendente do material que produz, como eles mesmo disse, aparentemente a série é um puro drama, mas aprofundando-se encontramos um cenário excelente pra ser explorado em muitas sessões de jogo.

    Já tive a oportunidade de narrar algo semelhante a proposta do topico, mas tratava-se da invasão traktoriana do cenário de invasão e os jogadores ficaram muito satisfeitos.

    Parabéns Alan!

  2. Se prestar atenção, os seriados que fazem sucesso são fundamentalmente dramas. Walking Dead e Game of Thrones são exemplos disso. Não entendo o preconceito de alguns contra dramas, afinal jogamos RPG. Drama faz parte de qualquer trama interessante, não acha?
    Concordo com o Thiago. Mais um belo post!

  3. Vlw pela força galera!

    Passei o dia ontem cheio de espectativa… esperando algum comment. Fui pra casa pra lá de desanimado pq até às 19 não tinha visto nenhum… mas são feedbacks como o de vocês que fazem valer a pena cara minuto gasto na frente do editor de texto. OBRIGADO MESMO PELA FORÇA!

    Gosto muito de dramas Helton, filmes como A Estrada, Sete Vidas, Guerra dos Mundos, etc. são fantásticos pra mim, o problema é que em seriados boa parte dos atores não tem cacife pra fazer a gente se amarrar com os personagens. Daí o que devia ser um momento dramático e empolgante acaba parecendo canhestro e clichê… Uma lástima realmente.

  4. Opa Imiril, esbarrei em seu post por acaso, está de parabéns viu, até porque me apresentou uma série que não conhecia unindo com um sistema que sou fã (o Acepção do TD). Parabéns cara, vou começar a acompanhar seu blog.

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