Anunciada a nova aventura clássica de Old Dragon: Tomb of Horrors

E mais uma votação da Redbox chegou ao fim! Há cerca de três meses, a editora havia iniciado uma seleção pública para decidir qual seria sua nova adaptação de aventuras clássicas do D&D, onde os jogadores poderia selecionar aquela que desejava ver em sua versão para o Velho Dragão. Dentre as várias candidatas, tínhamos Tomb of Horrors, The Temple of Elemental Evil, Isle of Dread, Forgotten Temple of Tharizdun, Against the Cult of the Reptile God, Expedition to the Barrier Peaks e White Plume Mountain. Uma seleção verdadeiramente de peso!

Após O Forte das Terras Marginais, teremos agora, eleita campeã com 365 votos (50%), o lançamento de Tomb of Horrors. O módulo já teve várias versões desde seu primeiro lançamento, tendo sido adaptada para as várias edições de Dungeons & Dragons ao longo das últimas quatro décadas – sua primeira versão comercial é de 1978, a mais recente é de 2010. Usada originalmente pelo próprio Gygax em sua campanha pessoal, a aventura foi feita como um desafio para personagens de alto nível, fato que lhe rendeu a alcunha de aventura mais difícil do D&D já lançada! A aventura possui o famoso formato dungeon crawl, dividida em 33 encontros que levam os personagens para o interior da tumba do mago demi-lich Acererak, guardada por armadilhas mortais e monstros horrendos. Quer algo mais old school que adentrar na masmorra do feiticeiro morto vivo para acabar com seu reinado de terror?

A Redbox declarou ainda: “Começamos a trabalhar na produção da aventura ainda essa semana por enquanto com o título provisório de “Cripta do Terror”, mas como aqui na Redbox você pode opinar em tudo, estamos abertos a outras sugestões!” Então, se você curte Old Dragon e quer ver esse clássico old school no mercado brasileiro o mais rápido possível, acesse o site da Redbox e dê sua opinião!

Dmitri Gadelha

Fã de aventuras clássicas!

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4 comentários sobre “Anunciada a nova aventura clássica de Old Dragon: Tomb of Horrors

    1. Cara, não sei como funciona essa questão aí. Mas creio que eles não precisam pagar, devido ao material ser apenas uma referência ao original, inclusive com outro nome e estrutura relativamente alterada. Vide o Forte das Terras Marginais, para um exemplo.

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